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Seqüência didática dos seminários de História
Seqüência Didática Seminários de História Professor Rafael Sêga Equipe Apresentadora – Objetivos - Reconhecer os grupos sociais envolvidos. - Observar lutas políticas, sociais e econômicas. - Demonstrar o contexto histórico, com ênfase na conjuntura econômica. – Pontuação - 3,0 pontos: desenvolvimento adequado, com apresentação coerente com os objetivos e conclusão com opinião do grupo. - 1,0 ponto: utilização de recursos, preferencialmente por multimídia. – Tempo estimado: no máximo, 30 minutos. Equipe Debatedora – Objetivos - Criar e entregar um resumo escrito para os colegas numa folha. - Elaborar, no verso dessa folha, uma grade de exercícios com questões vestibulares ou do ENEM, para serem resolvidas em sala (no máximo, seis). - Apresentar fontes primárias (curiosidades ou documentos de época – jornais, relatos, literatura, fotos, decretos, etc.). – Pontuação - 3,0 pontos: “folhão” (resumo + questões). - 1,0 ponto: apresentação das fontes, preferencialmente por multimídia. – Tempo estimado: no máximo, 20 minutos. Observações - Os seminários poderão seguir o roteiro dos capítulos do livro didático de Divalte G. Figueira, História, série Novo Ensino Médio (São Paulo: Ática, 2003).
-Qualquer dúvida, escreva para rafasega@gmail.com.
Categoria: Pessoal & Textos
Escrito por Rafael Sêga às 10h45
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A influência dos cavalos romanos...
A bitola padrão (distância entre os trilhos) das estradas de ferro americanas é a “Stephenson” de 4 pés e 8 1/2 polegadas (1435 mm) . É um número bem esquisito. E por que esta bitola é usada? Porque é esta a bitola usada na Inglaterra, e as ferrovias americanas foram construídas por ingleses. Mas por que os ingleses usam esta bitola? Porque as primeiras linhas foram construídas pelos engenheiros que construíram os primeiros bondes, e foi essa a bitola usada. Mas então por que era essa a bitola? Porque o pessoal que construiu os bondes usava os gabaritos e ferramentas para fazer as diligências, que usavam esta bitola. Mas porque as diligências usavam esta bitola? Porque se usassem qualquer outra bitola as rodas quebrariam nos sulcos das estradas inglesas, que têm seus sulcos muito uniformemente cavados. Mas por que as estradas inglesas têm sulcos tão uniformes? Porque as estradas inglesas, como a maioria das velhas estradas européias, foram construídas pelos romanos para a movimentação de suas tropas. E as carroças e as bigas usavam a mesma bitola para não quebrarem nos sulcos das estradas. Então chegamos à resposta da pergunta original. A bitola padrão das ferrovias americanas é de 4 pés e 8 1/2 polegadas porque deriva das especificações originais das carroças militares do exército romano. Que foram determinadas para que pudessem permitir a passagem de dois traseiros de cavalo lado a lado. Veja uma extensão bacana deste contexto: Quando você vê o Space Shuttle em sua base de lançamento, sempre há dois foguetes propulsores auxiliares presos a ele perto dos tanques de combustível, chamados de SRB (Solid Rocket Booster). Os SRBs são feitos pela Thiokol numa fábrica em Utah. Os engenheiros que os projetaram queriam fazê-los um pouco maiores, mas eles deviam ser enviados de trem até Cabo Canaveral. Como existem túneis no caminho, e estes túneis foram construídos para comportarem um trem, cuja largura tem, é claro, aproximadamente a de dois traseiros de cavalo... Portanto, o desenvolvimento de um dos maiores projetos de transporte da humanidade foi, originalmente, determinado pela largura de dois traseiros de cavalo romanos. Fonte: http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20080117112714AAjQhKg 
Escrito por Rafael Sêga às 10h39
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Crise econômica: GM e o pesadelo americano.
O declínio da indústria automobilística nos Estados Unidos chegou a uma situação dramática no último dia 1º de junho quando a General Motors (GM), símbolo empresarial da maior potência econômica do planeta, pediu concordata para evitar a falência. Encolhidas pela crise econômica mundial, as "Três Grandes de Detroit" - GM, Ford e Chrysler -, antes sinônimos da indústria norte-americana no século 20, hoje mais parecem dinossauros diante da revolução dos carros "verdes" asiáticos, mais baratos e menos poluentes. Das três companhias, somente a Ford, segunda maior montadora do país, ainda não enfrenta o fantasma da extinção. A terceira, a Chrysler, já havia pedido concordata em abril e, agora, vai ser comprada pela italiana Fiat. A queda do império das montadoras começou em 2008 com a crise financeira que afetou o crédito e o consumo nos Estados Unidos. Sem dinheiro no bolso e não conseguindo mais financiamentos, o americano deixou de comprar carros, provocando queda nas vendas. Reduções no faturamento Segundo o último balanço, em maio deste ano as vendas na GM caíram 30% em relação ao ano anterior, enquanto a Chrysler e a Ford tiveram reduções em 47% e 24% no faturamento, respectivamente. Como resultado, o setor anunciou demissões, cortes na produção e fechamento de fábricas. Além disso, as empresas também enfrentam dificuldades para conseguir crédito, saldar dívidas e ainda pagar aposentadorias e planos de saúde de milhares de ex-funcionários. Para evitar que fossem à falência, o Tesouro norte-americano injetou quase US$ 30 bilhões (R$ 58 bi) dos contribuintes na GM e na Chrysler, ao mesmo tempo em que estabeleceu um prazo para que se recuperassem. A falência traz risco de perda de milhares de empregos (até 2,5 milhões somente nos Estados Unidos), queda na arrecadação de impostos e o colapso de inúmeras fabricantes de autopeças e revendedoras de automóveis. Mas a sangria nos cofres públicos não impediu a quebra de ambas as companhias. Na situação atual, as fábricas continuam operando - alimentadas pelo soro de Washington -, mas não passam de uma mera lembrança dos tempos em que reinavam soberanas. Modo de vida americano O século 20 foi o século da indústria automotiva. A GM, fundada em 1908, foi a maior fabricante de carros do mundo de 1931 até 2008, quando perdeu o posto para a japonesa Toyota. Quando Henry Ford (1863-1947) criou a Ford em 1903, inovou com a linha de montagem, em que cada grupo de funcionários fabricava uma peça, acelerando a produção de carros simples e baratos para a classe média. O carro tornou-se o sonho de consumo da família americana. Junto com a Chrysler, inaugurada em 1925 por um ex-diretor da GM, as gigantes sobreviveram à crise de 1929, que dizimou outras empresas do ramo automobilístico no país. Com a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial (1939-1945), voltaram os esforços para a fabricação de veículos bélicos, ajudando os Aliados a vencerem a guerra. No período pós-guerra, o Estado patrocinou a construção de uma imensa malha viária, contribuindo para a expansão da indústria. Juntas, as três fabricantes passaram a controlar 94% do mercado automotor do país, mantendo o oligopólio até a chegada das concorrentes japonesas, Honda e Toyota, nos anos de 1970. Nos anos de 1990, o mundo já dava sinais de que o cenário não seria mais favorável para o modelo de negócios que a GM representava. O aumento do preço do petróleo, o caos no tráfego nas grandes cidades e, principalmente, os danos causados pelo aquecimento global, exigiram mudanças drásticas no setor automotivo. O destino da GM O pedido de concordata da General Motors é considerado, historicamente, a terceira maior quebra de uma empresa nos Estados Unidos. Fica somente atrás do quarto maior banco norte-americano, o Lehman Brothers Holdings, que também pediu concordata em 2008, e da segunda maior empresa de telecomunicações, a WorldCom Inc., que decretou falência em 2002 depois de uma fraude financeira. Concordata é um recurso jurídico que uma empresa pede quando que não tem dinheiro para pagar suas dívidas e, por isso, entra em processo de falência. O juiz então determina que os credores aceitem prazos maiores, dando à indústria um tempo para se reestruturar. Se mesmo assim não honrar seus compromissos, então é decretada a falência. A GM já havia recebido US$ 19 bilhões (R$ 36,8 bi) do pacote aprovado pelo Congresso norte-americano. E, sob concordata, receberá mais US$ 30,1 bilhões para se reerguer. Em contrapartida, o governo terá o controle inicial de 60% da companhia, podendo inclusive nomear seus principais executivos. Nesse doloroso processo, é previsto o fechamento de fábricas e demissões. A mudança na gestão inclui a decisão de produzir os carros "verdes", menos poluentes, seguindo a linha asiática e européia. É o atestado de um erro histórico na decisão da GM de investir nos carrões, que consumiam litros de gasolina e poluíam a atmosfera. Carros elétricos, movidos a bateria, hoje são realidade, como o chinês BYD (Build Your Dreams, Construa Seus Sonhos) e o já comercializado indiano G-Wiz. Neste início do século 21, a indústria automotora, e com ela o próprio capitalismo, passam por profundas mudanças. Países emergentes e a busca de soluções mais criativas para o mercado, ao que tudo indica, irão turbinar os motores da nova economia. Fonte: http://educacao.uol.com.br/atualidades/crise-economica-concordata-general-motors.jhtm

Categoria: Pessoal & Textos
Escrito por Rafael Sêga às 10h07
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Vinte anos depois, a revolução que a China quer apagar da história do massacre de Tiananmen.
Há 20 anos, o exército da República Popular da China tomou a praça da Paz Celestial (Tiananmen) e sufocou o maior protesto pró-democracia do século 20 ocorrido no país, que tinha à frente estudantes universitários. Naquele dia 4 de junho de 1989 correu o mundo a imagem de um homem que, sozinho, tentava impedir o avanço de uma fileira de tanques de guerra. A identidade do homem nunca foi confirmada, nem seu paradeiro descoberto. Os manifestantes promoviam manifestações na praça, localizada na região central de Pequim, há quase três meses. Eles foram mortos pelos soldados em ruas adjacentes, sem chances de defesa. Dados oficiais apontam 241 mortos, mas fontes independentes calculam em até 7 mil as vítimas do massacre. Após a repressão, os principais líderes estudantis foram exilados. Desde então, o regime comunista não somente se absteve de investigar o caso, como se empenhou em apagar o evento da memória das novas gerações, por meio de censura ao assunto em salas de aula e nos meios de comunicação. Boa parte dos jovens chineses sequer conhece a história de Tiananmen. No aniversário de duas décadas, Pequim proibiu qualquer tipo de comemoração e bloqueou as redes sociais de relacionamento, como blogs, comunicadores instantâneos, emails, YouTube e Twitter, na tentativa de impedir que o assunto seja discutido. Ativistas políticos e familiares de vítimas também são monitorados de perto pelas autoridades chinesas, bem como estrangeiros e jornalistas. Revolução Cultural e reforma econômica A China é uma das civilizações mais antigas do planeta, com mais de 5 mil anos de história. Possui também o maior número de habitantes, 1,3 bilhão, o que corresponde a 20% Quando os europeus começaram a expansão colonial e mercantil no século 15, a China já dominava a tecnologia mais avançada do planeta, em agricultura e navegação. Foram os chineses que inventaram a bússola, a pólvora, o papel e a imprensa. Mas a nação asiática pagou um preço alto pelo seu isolamento e pela burocracia estatal, que estagnaram o progresso por séculos. Já no século 20, o país sofreu com invasões estrangeiras, guerras e uma das mais desastrosas experiências políticas da história, ao se converter ao socialismo em 1949 sob o comando de Mao Tsé-Tung. Na tentativa de reconstruir a sociedade, o programa comunista e a Revolução Cultural resultaram em milhões de chineses mortos de fome ou dizimados pelo Estado, além de uma economia arrasada. Em 1978, Deng Xiaoping iniciou um processo de reformas econômicas amparada por uma mão de obra barata, modernização de setores agrícolas e industriais e abertura ao capital estrangeiro. Mas, diferente da antiga União Soviética, manteve o controle político com a "mão de ferro" do Partido Comunista. Juventude insurgente Foi no clima de abertura política, com a queda do Muro de Berlim, o fim da União Soviética e a ruína dos regimes comunistas no Leste Europeu, que os estudantes chineses ocuparam a praça da Paz Celestial em abril de 1989. Eles iniciaram o movimento após a morte do líder partidário Hu Yaobang, que apoiava reformas políticas no país. O protesto pacífico pedia a democratização, o fim da corrupção no governo e melhores condições de vida para os estudantes. As passeatas chegaram a reunir mais de 300 mil pessoas. Durante a visita do ex-presidente russo Mikhail Gorbachev para a cúpula sino-soviética, em maio daquele ano, a imprensa internacional testemunhou um desfile de estudantes e ativistas em greve de fome que desafiavam o sistema comunista. Estava claro, a esta altura, a incapacidade do governo de controlar a situação e sua humilhação perante o mundo. Nos bastidores, o Partido Comunista Chinês travava uma luta interna a respeito de como responder aos manifestantes. O secretário-geral do Partido Comunista, Zhao Ziyang, o segundo no comando do país, adotou um tom mais conciliador e pacifista, o que lhe custou o cargo. Ziyang chegou a reunir-se com os líderes do movimento em 19 de maio, pedindo que desocupassem a praça. No dia seguinte, Pequim decretou lei marcial. Com medo de enfraquecer sua liderança diante o movimento pró-democracia, Deng Xiaoping ordenou então a invasão do exército e a desocupação do praça. Nos dias seguintes ao massacre, outros estudantes foram presos ou executados. O paradoxo chinês O que mudou na China desde o massacre da praça da Paz Celestial? Na esfera econômica, o país promoveu, nos últimos anos, um crescimento jamais visto em todo mundo, atraindo investimentos estrangeiros e exportando produtos de baixo custo e quase sem concorrência no mercado internacional. Com um PIB (Produto Interno Bruto) de US$ 3,5 trilhões, a China é a terceira maior economia do planeta, atrás somente dos Estados Unidos e do Japão e ultrapassando o Reino Unido e a Alemanha. Aproximadamente 400 milhões de pessoas deixaram a pobreza nas últimas décadas, boa parte saída dos campos para reforçar um contingente de trabalhadores nas indústrias. Eles trabalham seis a sete dias por semana e 12 horas por dia, fabricando desde produtos piratas até componentes eletrônicos sofisticados. Para se ter uma ideia dos avanços, na época da Revolução Cultural, em que intelectuais foram obrigados a trabalhar em campos de arroz, a taxa de analfabetismo atingia quase 60% da população. Atualmente, a China apresenta uma educação de primeiro mundo, com pesquisa de ponta e redução do analfabetismo para 4%. O país também mantém uma estreita relação com os Estados Unidos, país símbolo da democracia moderna. A China é a maior financiadora dos gastos americanos, sobretudo os gastos militares com guerras como a do Iraque, ao mesmo tempo em que tem nos Estados Unidos seu maior mercado consumidor externo. A economia mundial está nas mãos destes dois gigantes. Por outro lado, o governo de Pequim é autoritário, burocrático e centralizado no Partido Comunista, e endureceu a vigilância e censura após a tragédia de 4 de junho de 1989. O Estado se caracteriza, ainda, pela corrupção, desrespeito aos direitos autorais e restrições às liberdades civis. Como o país consegue manter uma economia capitalista, baseada na livre iniciativa, sob um regime político ditatorial? As lições de 1989 fizeram o governo compensar a falta de liberdade com uma pujança financeira e prosperidade, o que parece ter sido a chave para impedir o descontentamento de estudantes e intelectuais no país. Todos estão bem, contanto que não toquem em tabus como Tiananmen e falem em democracia. Fonte: http://educacao.uol.com.br/atualidades/massacre-de-tiananmen.jhtm

Categoria: Pessoal & Textos
Escrito por Rafael Sêga às 10h02
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Coreia do Norte desafia o mundo com armas atômicas.
Os recentes testes com lançamentos de mísseis nucleares pela Coreia do Norte fazem parte de uma perigosa estratégia que, no cenário pós-Guerra fria, transformou o uso de arsenais nucleares em instrumentos de chantagem internacional. Um dos objetivos do governo de Pyongyang, capital norte-coreana, é forçar a abertura de um canal de negociação com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para por fim às sanções econômicas que pesam sobre o regime comunista por conta de seu programa nuclear. A tensão entre os dois países se arrasta desde 2002, quando o ex-presidente George W. Bush incluiu o país asiático no que ele chamou de "eixo do mal", junto com Irã e Iraque. Outro motivo da provocação seria a política interna. Além de ser um dos países mais pobres da Ásia, a Coreia do Norte sofre com o isolamento político, em razão de sustentar uma ditadura nos moldes soviéticos, centralizadora e militarizada. A ameaça nuclear fortaleceria o governo do chefe do Estado, Kim Jong-il, cuja família controla o poder há meio século. Desde o último dia 25 de maio, foram realizados um teste nuclear subterrâneo e lançados seis mísseis balísticos e de curto alcance. O resultado foi uma crise diplomática internacional e o risco de novos conflitos armados com a vizinha Coreia do Sul. A nação socialista violou a resolução 1.718 do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), órgão responsável pela segurança mundial. O documento, aprovado em 14 de outubro de 2006, condenava o programa nuclear norte-coreano por contrariar o tratado de não proliferação de armas nucleares. Desde então, a ONU vem pressionado o país para que suspenda os testes. Essa não foi a primeira vez que os norte-coreanos desafiaram o mundo. No dia 5 de abril, a Coreia do Norte disparou um míssil de longo alcance, alegando que se tratava do lançamento de um satélite de comunicação. No entanto, o mesmo artefato poderia ser usado para carregar uma ogiva nuclear, o que provocou o endurecimento das sanções ao país. Guerra-fria Tanto o perigo nuclear quanto a Coreia do Norte são produtos do fim da Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Com a derrota do Eixo, o Japão desocupou a Coreia, que foi dividia em dois países, um sob o controle dos Estados Unidos (Coreia do Sul) e outro ocupado pela antiga União Soviética (Coreia do Norte). O processo foi semelhante ao que dividiu a Alemanha por 41 anos até a queda do Muro de Berlim. As duas Coreias travaram uma guerra entre 1950 e 1953, no auge da Guerra Fria, que terminou com um frágil cessar fogo que dura até os dias atuais. Desde o período, marcado pelo perigo iminente de um conflito nuclear, Pyongyang alimenta a ambição de desenvolver armas atômicas. Com o fim da União Soviética e a derrocada dos regimes comunistas no Leste Europeu, o país sofreu abalos econômicos, do mesmo modo que Cuba. Sem os antigos parceiros comerciais, mergulhou num período de escassez de alimentos que, aliado aos desastres naturais, teria causado a morte de cerca de dois milhões de norte-coreanos nos anos de 1990. A Coreia do Norte possui estimados 23,5 milhões de habitantes. Tensão na fronteira Desde o final dos anos de 1960, nações assinam acordos para controlarem arsenais nucleares do planeta. Atualmente, Rússia, Estados Unidos, Reino Unido, China, França, Israel, Índia e Paquistão são considerados potências nucleares. Completam a lista Coreia do Norte e Irã, que sofrem pressões e embargos para que abandonem seus programas. Diferente da época da corrida armamentista, as bombas nucleares atuais são mais "inteligentes". Elas visam alvos estratégicos, com precisão e impacto localizado. Os testes de armamentos também são mais restritos, para evitar danos ambientais. Os riscos, mais do que uma guerra nuclear, são de acidentes em usinas sucateadas e, principalmente, que países como Irã e Coreia do Norte repassem a tecnologia para grupos extremistas e redes terroristas, como a Al-Qaeda. Para os vizinhos e inimigos do líder Kim Jong-il, Coreia do Sul e Japão, as intimidações são reais, pois o país tem capacidade de lançar mísseis de submarinos ou aviões. As ameaças também podem levar os governos japoneses e sul-coreanos a desenvolverem armamento nuclear, contrariando as leis internacionais que impedem a produção de mais bombas atômicas. Até agora, tudo indica que a Coreia do Norte não seja capaz de miniaturizar uma ogiva nuclear, permitindo que seja disparada por um míssil de longo alcance que possa atingir, por exemplo, os Estados Unidos. Saída diplomática O Conselho de Segurança da ONU estuda novas sanções à Coreia do Norte como retaliação aos últimos lançamentos de foguetes em seu território. Porém, medidas similares não surtiram efeitos anteriormente. Apesar de o país ter sérios problemas sociais, de abastecimento de energia e econômicos, agravados com os embargos da ONU, nada disso impediu que o governo norte-coreano levasse adiante seu programa nuclear. Kim Jong-il alega que os testes teriam fins de defesa militar. Porém, a Coreia do Norte possui o quarto maior exército do mundo, com estimados 1, 2 milhão de soldados, munido de poderoso arsenal bélico. Há ainda um delicado equilíbrio financeiro na Ásia, em meio a uma crise econômica mundial, que precisa ser preservado. A China, que faz fronteira e é aliada comercial e política da Coreia do Norte, é uma importante peça no tabuleiro da geopolítica internacional. Por todos estes motivos, tanto Kim Jong-il quanto Obama tendem mais para uma conciliação e uma saída pacífica para o impasse, com o intermédio da ONU. A solução diplomática parece ser, portanto, a mais viável para a desnuclearização da Coreia do Norte e, futuramente, do Irã. Fonte: http://educacao.uol.com.br/atualidades/ameaca-nuclear.jhtm 
Categoria: Pessoal & Textos
Escrito por Rafael Sêga às 09h57
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De olho nas diferenças.

Escrito por Rafael Sêga às 08h29
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link do material de história upado (guia abril e enem)
http://www.4shared.com/file/109251854/1f9bd97a/Histria_-_Questes_ENEM_e_Guia_Abril.html
Escrito por Rafael Sêga às 21h13
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Economia e sociedade na República Velha

Categoria: História 5 & 6
Escrito por Rafael Sêga às 20h50
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O professor Sêga apóia:

Apóie também!
Escrito por Rafael Sêga às 12h45
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Categoria: Pessoal & Textos
Escrito por Rafael Sêga às 08h44
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Categoria: Pessoal & Textos
Escrito por Rafael Sêga às 07h36
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Categoria: Pessoal & Textos
Escrito por Rafael Sêga às 07h29
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Roteiro para o relatório do Cine Sêga

Categoria: Outros
Escrito por Rafael Sêga às 10h41
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Site transforma você num hominídeo!

Categoria: Pessoal & Textos
Escrito por Rafael Sêga às 12h48
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Estados Unidos: guerra, pão e circo
Ainda que a condução da política econômica norte-americana, de cunho neoliberal, tenha sido responsabilizada pelas culpas do desastre econômico que se abateu sobre os Estados Unidos, irradiando-se em seguida pelo mundo, é bom lembrar que a razão dele é a manutenção de uma custosa guerra travada do outro lado do planeta a um custo astronômico que se somou a mais absoluta irresponsabilidade em conter os gastos com o consumo interno. Quando o Brasil declarou guerra às potências fascistas em agosto de 1942 , as primeiras providências do governo de Getúlio Vargas não foram no sentido da convocação das tropas mas sim de impor severas medidas de contenção de gastos. Durante os três anos seguintes o fornecimento de energia foi condicionado por cortes de luz a partir de determinadas horas, o mesmo se dando com o combustível ao lado de um rigoroso sistema de racionamento geral. Não que o Brasil temesse uma invasão nazi-fascista mas simplesmente porque tais medidas são comuns a qualquer nação que esteja em guerra. Poupa-se para gastar com as tropas, é o jejum do civil quem mantém o soldado. Exatamente o oposto tem sido a política dos Estrados Unidos. Os governos americanos, tanto o dos democratas durante a Guerra do Vietnã, como o dos republicanos no Afeganistão e no Iraque, tocaram os conflitos sem exigir sacrifícios dos cidadãos. Ao contrário, estimularam ainda mais o consumo e o gasto conspícuo. O resultado disto, primeiro, foi a grande inflação da década de 1970, e, em segundo, a atual quebra do sistema financeiro que se alastra pelo mundo. E isto, essencialmente, tem mais a ver com a prática imperial e pouco a ver com o capitalismo. Na Roma antiga, os generais vindos das campanhas de espoliação dos povos subjugados, desfilavam pela cidade jogando moedas para a plebe. Em seguida, promoviam um magnífico espetáculo circense para agradá-la ainda mais. Dividindo os ganhos com a multidão no Coliseu, eles corrompiam a população tornando-a cúmplice da rapinagem. Era esta a razão de até a conversão ao cristianismo, jamais haver em Roma quem fizesse restrições morais às conquistas de um César, de um Tibério ou de um Trajano. Ora, as moedas que o governo americano jogou ao seu povo em troca do apoio foram exatamente as de ordem hipotecária. Para manter-lhe a fidelidade à invasão do Afeganistão e do Iraque, que já dava os primeiros sinais do desastre, o Congresso norte-americano aprovou em 2004, no terceiro ano da guerra, com a designação de ‘empréstimos sociais’, a lei que permitiu aos agentes imobiliários - Fannie Mae e Freddie Mac - repassar recursos para aqueles que não tinham as garantias suficientes. Ao mesmo tempo, o FED (Federal Reserve), entre 2002 e 2004, desta feita com Bagdá em chamas, manteve as taxas de juros abaixo da inflação durante 31 meses, para dopar o povo com dinheiro fácil (o endividamento das famílias que andava ao redor de 60% da renda, saltou para 130%). E, evidentemente, seguindo o conselho de Frederico II, não tomou nenhuma medida restritiva ao consumo em larga escala para que ninguém criasse obstáculos à operação colonialista contra dois paises muçulmanos, pois ‘a calma é o primeiro dever do súdito’. O resultado disto – liberação do consumo interno mais as fantásticas despesas com a guerra no exterior por cinco anos seguidos - é que os custos previstos para a aventura, segundo o Mitch Daniels o chefe do orçamento nacional, estimados inicialmente entre U$ 100 e 200 bilhões, provavelmente alcançarão a U$ 1 trilhão em 2010. Algo assim como U$ 300 milhões/dia, gerando um déficit anual de U$ 455 bilhões. O prêmio Nobel Joseph Stiglitz e Linda Blames ( in The Trillion Dollar War: the true cost of the Iraq conflict, 2008) , por sua vez, mais pessimistas, jogam as despesas para possíveis U$ 4,5 trilhões! Contribui mais do que tudo para o desabamento das coisas o fato da ocupação ir de mal a pior, de não haver uma perspectiva de uma paz produtiva que esteja ao alcance dos olhos. Isto tudo gerou a desconfiança universal com os papéis norte-americanos. Permitiram que os sem-renda participassem de um banquete sem terem dinheiro para cobrir sequer a sobremesa, ao tempo em que deixaram livre o pasto para os ganhos extraordinários dos lobos de Wall Street. Fonte: http://educaterra.terra.com.br/voltaire/index.htm
Categoria: Pessoal & Textos
Escrito por Rafael Sêga às 18h01
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